Marley & Noz

Em outubro de 2013, uma colega do trabalho recebeu de um morador do Leblon, bairro aqui do Rio de Janeiro, uma cachorra pit bull, tendo esta pessoa dito a ela que a cadela havia sido encontrada abandonada na praia.

Essa cachorra foi carinhosamente denominada Gaia, tendo em vista sua natureza dócil, e o apego por lugares com bastante terra.

Depois de alguns exames médicos, verificou-se que a Gaia estava grávida de oito filhotinhos, e a gestação dela já estava em estágio avançado. Muito prontamente, me comprometi a ficar com um dos filhotes, uma fêmea, à qual chamei de Ziva, porque sempre gostei dessa personagem do seriado NCIS (esse fica para outro post, prometo).

Atualmente a Ziva está com 11 meses, e é um bebê gigante, que tem o péssimo hábito de aprontar muitas brincadeiras que saem do controle, porque ela é muito forte, apesar de brincalhona, característica de sua raça que gera alguns desastres aqui em casa, de vez em quando.

Nestes momentos em que a gente vê que ela não fica quieta, costumamos falar uma das frases clássicas do Silvio Santos, que virou meme pela internet:

Mesmo assim, nunca deixo de me lembrar da história do labrador mais conhecido do cinema: Marley e Eu.

Este filme de 2008, estrelado por Owen Wilson (que sempre foi, para mim, um ator de comédias, mas se encaixou muito bem neste drama) e pela eterna Rachel de Friends, a bela Jennifer Aniston, conta a história da vida de Marley, o “cãozinho de liquidação”, através dos olhos de seu dono, e escritor do livro que deu origem ao filme, John Grogan (Wilson).

O longa mostra também a evolução da vida de John. Seus empregos, seu relacionamento com Jenny (Aniston), seus filhos e o “pior cão do mundo”, conforme descrito pelo próprio Grogan. Marley é tão agitado que nem mesmo uma adestradora consegue dar jeito nele!

Aliás, o filme também tem a participação muito especial de Cesar Millan, o Encantador de Cães, cujo programa de televisão estava em voga na época.

Este é um daqueles dramas que se enquadram com perfeição na Sessão da Tarde, cheio de cenas que te fazem rachar de rir, alguns pontos sérios, e muitos momentos pra se emocionar, e soltar algumas lágrimas também.

7 nozes

Ainda bem que a minha Ziva não é tão destrutiva quanto o Marley!

Por Marcos Moreira: que também já foi o cachorro da casa.