SNN #060 – Trilogia Mad Max

Guerreiros, em guarda!

Nesta missão, Marcos Moreira (@marvincosmo), Rafael Motta (@RalfMotta) e Fábio Moreira (@facosmo) vão falar sobre a trilogia de filmes do herói de um mundo pós-apocalíptico, numa Austrália destruída!

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SNN #060 – Trilogia Mad Max

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Agradecimentos especiais ao Rafael Motta pela vitrine!

Continuem a postos para mais missões!

  • Jonas

    Mad Max 1979 é o meu preferido; o mais punk da trilogia inicial. Agora concordo em dizer que é um filme pré-apocalíptico. Filme estranho e muito bem dirigido por George Miller. Lembram do orçamento de AU$ 350.000,00.

    1. Não foi o primeiro Indiana Jones que imitou Mad Max? Os Caçadores da Arca Perdida é de 1981!

    2. Vocês acharam estranho os diálogos e personagens desse filme de 1979? Vão assistir o Mad Max Estrada da Fúria, bizarrice do início ao fim. O quarto filme da franquia é um filme extremamente raso! Apenas vale pelo show de pirotecnia; as cenas de ação!

    3. Tão reclamando do black interceptor V8 do primeiro filme, que aparece pouco? Assistam a sequência de 1981, o interceptor é destruído e tá um verdadeiro calhambeque.

    4. Jessie, a esposa de Max, sofreu falência de rins; quem é que sobrevive com a falência dos rins? Fisiologicamente os rins são primordiais para a secreção dos hormônios, lógico, somando com as glândulas endócrinas. Jessie morreu!

    5. Vocês assistiram Mad Max 1 dublado? Essa dublagem é péssima! Vão assistir a versão restaurada em Blu Ray e em diálogo original australiano.

    6. Mad Max 1979/1981, são clássicos! A estrada da fúria 2015, de tão clichê, é filme pra muleque!

    7. Ah! Mad Max Beyond Thunderdome! Valeu pela trilha de Maurice Jarre e nossa querida Tina Turner.

    • Marcos Moreira

      Caramba, comentário detalhado. Muito obrigado por nos ouvir e pela atenção!

      A gente realmente não se ligou que Indiana Jones foi lançado depois de Mad Max.

      Pra fazer este podcast, assistimos as duas versões dos três filmes, o com os diálogos nonsense da versão legendada e os com a dublagem panos quentes da Herbert Richers. Mas o bom da dublagem é que revive um pouco da nossa infância lá nos anos 80.

      É, a Jessie morreu, com certeza, mas não tínhamos nos ligado ao detalhe de como. Obrigado pelas informações científicas, saber é sempre melhor do que não saber.

      E não se preocupe, nós já vimos Mad Max – Estrada da Fúria. Estamos conversando com a tropa que cuida da estratégia aqui, para ver se estamos devidamente equipados para fazer uma incursão nesta missão. Aguarde e confie, guerreiro!

      Sempre em guarda!

    • Fala Jonas!

      A série Madmax nunca teve como forte um roteiro bem elaborado, o que mais se arriscou em ser mais complexo foi o de 1985, que é o que eu menos gosto justamente por não conseguir cumprir essa proposta. O forte do Madmax pra mim, como também falado no cast, é a estética punk do universo pós-apocalíptico que dispensa explicações, junto a um roteiro simples e bem amarrado como o do segundo filme.

      Sobre a menção ao Indiana, ela foi especifica as cenas em que o Max encontra as crianças no segundo filme, o de 85. Mas só foi uma menção por ter me feito lembrar, não uma acusação de plágio 🙂

      Obrigado pelo seu comentário Jonas, pois além de fazermos o cast porque gostamos, a interação de quem o escuta é essencial para que continuemos a fazer.

      Sempre em guarda!

  • Augusto Cezar Lima Queiroz

    Bom dia. Soube da existência do “Sabre na Noz” por uma publicação de um curtidor no “Facebook”. Resolvi acessar o “site” para conhecê-lo e me apaixonei pela proposta: “casts” interessantes (alguns com temática dos anos 80, minha praia, pois era adolescente nessa época), diretos, objetivos, enxutos e divertidos!… Quanto aos filmes da trilogia analisada, já tinha assistido a todos os três (os dois primeiros nas noites da TV Globo, tempos atrás, muito tempo, aliás, e o terceiro no cinema). Gosto dos três. Acho que o primeiro e o segundo estão mais próximos um do outro, e o terceiro já acho mais maduro, mais elaborado, mais fabricado para o público cinéfilo mesmo, para os fãs cativados e conquistados pelo início da franquia. Deveriam ter explorado mais o tema “trilha sonora” quando mencionaram o filme terceiro, pois a música cantada pela Tina Tuner virou “hit” e símbolo de uma época. Hilárias e magníficas as piadas sobre a “voz de locutor de Jornal Nacional” do menino lobo e da “roda da Jequiti”!… Parabéns pelo trabalho! Já baixei um punhado de outros episódios para o meu computador e pretendo mergulhar nessa divertida resenha cinematográfica.

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