SNN #177 – Cinema Antes e Depois da Internet

Guerreiros, em guarda!

Nesta missão, Marcos Moreira (@marvincosmo), Rafael Motta (@RalfMotta), Thais Freitas (@ThaisdF17) e Fábio Moreira (@facosmo) vão relembrar daquele tempo bom que havia antes da internet, quando a gente usava das nossas caixas mágicas para ver os filmes, e acreditava na avaliação sagaz de um bonequinho do jornal, e como isso era diferente de quando a internet chegou, e isso aqui era tudo mato!

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SNN #177 – Cinema Antes e Depois da Internet

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Agradecimentos especiais ao Rafael Motta pela vitrine!

Continuem a postos para mais missões!

  • AzBats

    É o tipo de assunto que faz você se sentir velho. Obrigado e boa tarde.

  • Edson Oliveira

    Sou da era pré-internet, sim!
    E, quando cheguei aqui, não tinha nem mato!

    Eu fazia um truque, na época da internet discada, para não fazer aquele barulho medonho modem. Mas, para baixar joguinhos do Super Nintendo, só depois da meia-noite. E eu era o mais preocupado porque, quem pagava a conta, era eu.
    Na época da transição, quando o Speedy estava se tornando popular, a Vivo/Telefônica tinha uma opção na discada, em que você pagava um X por mês, e podia acessar à vontade, sem vir aquela conta monstruosa. A velocidade era de 112 Kbps. Na época, metade da velocidade básica do Speedy.

    Falar de pirataria no início do VHS no Brasil é complicado. As chamadas “fitas seladas”, que traziam o selinho que garantia a autenticidade, eram raras no começo. O acervo era muito pequeno. Alguns filmes, como Videodrome e Critters 2, eu só vi em fita pirata. Tinha alguns lugares que até faziam o legendamento de filmes que simplesmente não vinham para o Brasil. Sem contar o filme Amor, Estranho Amor, com a Xuxa, que teve as cópias originais recolhidas, então você só encontrava no mercado paralelo. No centro de São Paulo, tinha uma livraria com VHS raros. Você não comprava o original, só cópia. Mas de qualidade.
    A entrada das, então, grandes redes, como America Video, CIC e Look Video, mudaram isso.


    (Hoje parece tosco, mas, na época, empolgava todo mundo)

    Meu último videocassete tinha função “rebobinamento rápido”. Em compensação, meu primeiro DVD engolia o disco…

    Sobre a piada “será que essa galera sabe o que é locadora?” Bem, minhas caçulas têm 17 anos, e a gente chegou a ir junto na locadora. Elas escolhiam os filmes de terror.

    As fitas da Disney, tanto as verdinhas quanto aquelas distribuídas pela Buena Vista, realmente tinham uma trava, que impedia, não apenas que você regravasse, mas também que copiasse, naquele esquema de máquina pra máquina. Se você tentasse copiar, a fita original era APAGADA! O dono da locadora que eu frequentava teve vários problemas com isso. Ele não fazia cópias, mas alguns clientes, sim.

    Matrix foi o último filme pré-internet. O site whatisthematrix.com não tinha grandes coisas, além de fotos, porque, pra rodar os vídeos, tinha que ter o bendito plug-in do Quicktime, que puxava a performance da máquina pra baixo.

    E o primeiro filme da era Internet, pode-se dizer que foi A Bruxa de Blair, também lançado em 1999, e que tinha um site mais simples.

  • Will, Who?

    Muuuito bom esse episódio. Me fez voltar a infância. Quero só dizer aqui que não precisei de tutorial do youtube p descobrir como copiar um filme da Disney usando outro vídeo cassete. Um dos meus tios comprou um video cassete (com 7 cabeças) que vinha ainda com Turbo Drive. Meu primo e eu testamos e descobrimos que o Turbo Drive permitia que a cópia ficasse perfeita. Aí voltamos a questão levantada pelo Fábio. Pq a empresa fez um aparelho p “burlar” o bloqueio que o estúdio colocava nos vhs?

    Um abraço… excelente episódio.

  • FernandoGoias81 .

    “Saudações Guerreiro…”

    A discussão girou em torno do contraste entre tecnologias. Digo isso porque não se trata de uma explícita queda de braço entre gerações. Afinal, toda essa transição de mídias e de formas de entretenimento ocorreu diante de nossos olhos e a maior beneficiada foi justamente a nossa geração! Nós, que vivenciamos os diferentes tipos de tecnologias é que podemos, de fato, julgá-las!

    Ao contrário do ouvinte AzBats, não me senti “velho”. Exemplo: o ruído típico da conexão discada utilizado neste podcast não me trouxe qualquer nostalgia! Sinto até calafrio só de ouvi-lo (tanto que à época, ao adquirir um modem novo simplesmente retirava o alto-falante da plaquinha!).

    Foi dito que a Sony de certo modo facilitou a pirataria com o gravador de cd mas lembram-se do que as fitas K-7 representaram no mundo da música? Moleque de 12, 13 anos replicava conteúdo para vender em feiras!!

    Outro ponto: lembram o tempo em que a Rede Globo anunciava seu pacote de filmes a serem exibidos no ano seguinte? Eu ficava na expectativa até a estreia. Meus pais não curtiam ir ao cinema e as opções de salas ficavam distantes de minha cidade. A parte boa disso tudo era no colégio quando o filme que passou na Tela Quente rendia muitos comentários no dia seguinte.

    Zoaram o Marcos quando este falou sobre assistir filmes pelo Youtube,
    mas fiquem sabendo que há bons filmes postados lá, incluindo excelentes
    documentários gravados da tv fechada e até preciosidades Sci-Fi das
    décadas de 50 e 60 que você não encontra em dvds por aqui. Muitos clipes
    de música que vocês viram pela MTV eu só fui ver no Youtube!

    O último programa bom que vi na TV aberta e até me programava para ver foi o ‘Sai de Baixo’ da Globo. Acompanhei por muito tempo a Fórmula 1 (sim, até ficava acordado na madrugada esperando pela corrida!) mas lá por 2007 também parei.
    Hoje em dia, a tv da sala é só para filmes.

    E nem sinto falta de tv! Ela teve a sua época áurea (agradeço demais por vivenciar aqueles tempos) e a internet já mostrou a que veio, popularizando uma gama de entretenimento e informação que a tv jamais conseguiria em sua ‘programação normal’. E nesse ponto só tenho a louvar a tecnologia!